domingo, 23 de dezembro de 2007

Esse blog já me causou tanta confusão. E mesmo assim, quando tá tudo bem com todo mundo, ele tem que me fazer mal, me fazer chorar, fazer meu mundo cair plena véspera de natal. E, claro, eu corro pra cá escrever. E, realmente não ligo se isso causar mais uma confusão, já começaram a dar algumas coisas erradas, uma a mais, uma a menos...
É íncrivel como o sentimento de se sentir rejeitada, desamada, de se sentir uma em milhão para alguém que é como se fosse um milhão pra você, é horrível.
E eu cheguei a me perguntar se era MESMO amor. Pois é, pergunta bem idiota essa. É CLARO que é amor, um amor não correspondido, como todos.
É, agora ele deixou de ser ciumento. Se antes a única coisa que me fazia sentir importante pra ele era o ciúmes, agora não tem mais nada. Ou seja, eu me sinto uma nada pra alguém que é tudo pra mim.
No post passado eu falei que estava esqueçendo ele. Que mané esqueçendo o que. Aquele lá eu não vou esqueçer tão fácil.
Eu tento, juro que tento. Mas ele podia também tentar fazer dar certo, né? Poxa vida, eu mudei minha vida por ele, e ele nem parar de adicionar meninas pode? Ele pensa o que, que é meu dono? Tá, eu não fiz nada disso porque ele pediu, eu fiz porque achei que fosse o melhor para nós dois, e realmente foi. Pronto. Minha parte esta feita, minha consciência esta limpíssima. Fiz isso por pleno amor à ele, e ele? É, nada.
Agora a tontona tá aqui, fazendo coisa que fazia tempo que não fazia: sofrer por ele.
A Jac me perguntou porque eu estava triste mais cedo, e perguntou se era o motivo de sempre, ai eu respondi que NÃO, eu e ele estávamos ÓTIMOS. Haha, doce ilusão. :)
Bom, melhor parar por aqui se não acabo escrevendo o que não devo.
Bom natal à todos. :*

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Talvez seja, talvez não.

Yeah. Nunca me senti tão feliz. :) E, realmente não sei porquê. Talvez seja porque esses meus três dias de férias têm sido os melhores. Ou também porque eu tenha esquecido ele. Bom, esqueçer eu não esqueci, mas, que eu não penso mais tanto nele quanto antes isso é fato.
Tenha me perguntado esses dias se era amor, se É amor mesmo. Talvez seja, talvez não. Bom, isso não vem ao caso.
Hoje eu só escrevi para falar isso, não estou muito inspirada, não agora. Só escrevi isso hoje, AGORA, porque tenho certeza que certas pessoas entrarão aqui, e essas certas pessoas devem saber disso o mais rápido possível. :)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Na verdade, estamos conversando agora...

Hoje fazem doze dias que estou sem ele. Os doze dias mais tristes, mais solitários, mais sem sentido. E eu ainda não sei o porquê eu perdi você. É tão injusto...
Sábado teve o show do The Used. Cara, eu realizei um dos meus maiores sonhos. Eles foram tão perfeitos. E uma das últimas músicas foram 'on my own' e eu lembrei dele. Até me arrepiei na hora, e me arrepio agora de lembrar, pela décima vez no dia, que eu estou sem você.
Todo dia passa uma parte do filme da nossa história na minha cabeça. De tudo o que passamos juntos. Das suas brincadeiras irritantes, e de eu te chingando por causa das mesmas. De quando você falava que me amava e que nada ia separar a gente. Mas eu sinto mais saudades de quando você tinha todas as qualidades que eu sempre sonhei encontrar em um homem, de quando, nos primeiros meses, você foi o cara que toda menina pedira à Deus. E foi justo nessa época, que eu não te dei valor. Nessa época que eu te troquei por alguém cujo amor não alcançava nem os pés do que eu sentia por você, e sinto.
Ontem a gente converso. Na verdade, estamos conversando agora. Não digo que isso está me fazendo bem, porque não está. Eu sinto sua falta sim, como nunca senti de ninguém. Mas, falar com você desse jeito que você está, não me faz bem. Eu quero você por inteiro de volta. Quero o pacote completo, e não só uma ou duas coisas. Falar com você, é uma bolacha dentre vinte em um pacote. Quero seu jeito, seu amor, sua fala, suas brincadeiras, seu jeito cativante, suas brigas, seu ciúmes, quero VOCÊ de volta!
Eu sei que não é pedir demais, e sei que você ainda não me esqueçeu. Porque, como você falou ontem, você me conheçe bem até demais, só que se esqueçeu de um detalhe: eu TAMBÉM de conheço muito bem.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Seu babaca.

É, meu dia não está sendo muito bom. Ele está recheado de irmãos indo para o PS, recaída do ex e quase perder o Orkut. Mas agora já tá tudo mais calmo. :)
Eu acho que o destino prega peças na gente, e peças nada divertidas. Vocês se lembram que ele mora em Sumaré, certo? Então, hoje me falaram que vai ter uma festa em Sumaré e que seria legal eu ir. Como é esse destino. Imagina se eu arranjo compania, vou, e acabo encontrando com ele lá? Seria o melhor e o pior dia da minha vida. Enfim, como disse meu amigo "esqueçe isso ae.".
Vocês devem se lembrar também que eu falei que estava lendo um livro, certo? Eu li ontem uma parte do livro e achei interessantíssimo citar aqui pra vocês verem, só pra ter uma idéia do que eu passei/senti/estou sentindo:
"...Nós todas vamos acabar com homens maravilhosos que nos amam, a quem amamos, com uma atração mútua apaixonada e que também nos tratam como rainhas. Exatamente. Isso pode aconteçer. Por isso, é verdade que pareçe lógico, razoável e perfeitamente sensato que todas as mulheres fantásticas, inteligentes, saudáveis, engraçadas e bondosas que existem por aí comecem a pensar em reduzir suas expectativas. Porque, não sei quanto a você, mas eu odeio ficar sozinha. Odeio ir as festas sozinha. Odeio dormir sozinha. Odeio acordar sozinha. Odeio saber que todas as tarefas chatas que preciso fazer, vou fazer sozinha. Odeio cozinhar só pra mim, odeio fazer compras só pra mim. Odeio ir a casamentos sozinha. Odeio as pessoas perguntando por que ainda estou solteira. Odeio quando as pessoas não perguntam porque ainda estou solteira. Odeio ter de pensar na possibilidade de me tornar mãe sozinha. Fui bem clara?
É óbvio que não acho que as pessoas devam sair com alguém que abusa delas. Mas há níveis sutis de abuso. E esses caras de quem estamos falando? Eles são apenas babacas. Elas podem ser legais de vez em quando..." Mas você ficar com alguém que é legal cinco de vinte e quatro horas por dia, e fazer você se sentir mais mal do que bem, não dá, certo?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Por um longuíssimo tempo...

Não posso dizer "finalmente" porque soaria como algo bom, mas acabou. Depois de cinco meses de amores, carinho, brigas, choros e etc, acabou. Acabou o amor mais lindo que eu já tive, e também o mais sincero. Não posso dizer que foi o que eu mais investi, quem dera fosse, mas foi o que eu mais acreditei que daria certo.
Ainda lembro e sei que lembrarei por um bom tempo de todas as suas palavras, desde as mais carinhosas até as mais grossas; das brigas por ciúmes das quais ocorriam todo dia; de todas as vezes que eu te desbloqueava chorando de arrependimento, e também das vezes que eu te bloqueava chorando de raiva.
Lembram do que eu falei que a gente sentia quando uma coisa ia acabar? Pois é, o que eu senti ontem foi isso mesmo, que ia acabar. Aquele gosto amargo na boca, aquele aperto fortíssimo no coração.
Um flash back passou na minha de todos os nossos momentos, na hora em que eu perguntei se era mesmo o fim e você disse que sim. Um filme com todas as nossas risadas, as nossas conversas sérias, as nossas brincadeiras e até nossos momentos tristes.
Quando eu desliguei o telefone eu jurava que isso não teria um fim, não agora. Porque fim tudo na vida tem, mas eu estava tentando adiar ao máximo o nosso. Estava tentando curtir ao máximo você, pois sabia que mais cedo seria o nosso fim, só não sabia que tão cedo.
No dia em que fizemos cinco meses, lembro de você falar que ainda viriam anos nossos pela frente. E eu posso dizer que o seu amor foi o mais realista, por íncrivel que pareça. Nunca juramos amor eterno, coisa que esses casais de apaixonados iludidos juram. "Te amo pra sempre". Haha, isso não existe. Existe "por um longuíssimo tempo", mas não "pra sempre".
Voltando, você dizia que viriam anos pelo frente, que comemoraríamos um, dois, TRÊS anos juntos. E eu acreditei, como acreditei em tudo que você dizia. Não digo que tudo era mentira, claro que não. Sei que o seu amor era real. Como também era real a sua ignorancia, o seu "foda-se" pra mim e para o que eu dizia, o fato de você adicionar e dar mais atenção á mil e uma meninas, essas coisas também são todas reais.
Pois é, mas eu guardarei nossos momentos bons. Nossos 'te amo' nas horas que mais precisavamos, e até em horas mais fúteis. Quem nunca falou "oow" para alguém só pra poder falar um "te amo" de surpresa, no meio de uma conversa? É, nós eramos assim.
Enfim, só ele sabe o quanto eu o amo, e só ele sabe o quanto de amor ele disperdiçou.
Não digo que estou triste. Sei que esse é o melhor para nós dois. E, como eu li em livros, a tristeza é uma das últimas fases da depressão pós-término de namoro.
E, por último e não menos importante, recado para ele: te amo. por um longuíssimo tempo.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

"Mas, não some."

Tá tá tá. Eu sei que eu acabei de escrever. Mas sinto que tem mais aqui dentro.
Eu percebi que tem alguma coisa faltando. Meus dias têm sido tão frios, tão comuns, tão... tão na rotina.
Um amigo meu disse agora que, simultaneamente raciocinar e respirar não é viver. E eu percebi que eu estou assim, apenas respirando e raciocinando. Pois é. Meu problema é esse: raciocinar demais! Eu penso demais. Penso nas consequências. Mas, e se eu agir e acabar agindo errado? Ah, VIU! É automático!
Eu queria ser como uma bolinha da arma de um jogo de Paintboll: ela sai da arma e nem sabe pra onde tá indo, só se importa se vai chegar em algum lugar. Queria muito ser assim. Viver, agir, parar de pensar. Saber aproveitar pelo menos um de muitos momentos que a vida me proporciona por dia. Mas não, eu os jogo fora. Os jogo fora e faço da minha vida isso, uma rotina.
Acordar, escola, malhar, casa, banho, internet. INTERNET! Tá ai a principal causadora desses meus dias frios, e também a principal causadora do meu coração bater feliz. Ele bate feliz porque conheçeu você.
Você que sabe Deus aonde está e, pior ainda, com QUEM está. Na verdade, pelo que eu te conheço você deve estar de amorzinho com alguma menininha pelo orkut.
Eu sei que eu já tentei várias vezes te esqueçer, já falei que cansei e que queria sumir. Mas, eu não resisto áo seu jeito. Como, por exemplo, aquele dia que você me pediu para não sumir da sua vida e que você prometia mudar. Impossível esqueçer alguém que diz isso pra você.
Eu sei que os tempos andam difíceis, pelo menos pra mim. E que agora você nem deve lembrar que eu existo. E o que eu mais queria agora era ir correndo ai, te dar um abraço e falar: VOLTA PRA MIM? Mas eu infelizmente não posso fazer isso.
Como a gente sente quando alguém foi embora, a gente sente quando uma coisa não acabou ainda. E eu estou dividida, de novo. Mas dessa vez é por esses pensamentos. Será que você foi embora, ou a nossa história ainda não acabou?
Bom, foi muito por um dia, vamos esperar para ver o que vai dar amanhã...
Lembram do menino que eu faleu post passado? Não o ex, o atual (agora, não tão atual assim)? Então, ele esta meio distante de mim no momento. Por isso o aspas na palavra 'estamos' no post passado.
Sabe que eu acho íncrivel a capacidade que as pessoas têm de entender tudo errado. De ler uma coisa e entender outra, de, enfim, se enganar facilmente com as coisas. Pois é.
Não é só porque eu sinto falta de alguém, que eu vou amar e querer estar com esse alguém. Eu posso muito bem sentir falta de uma pessoa (como eu senti do meu ex) e amar, querer estar, desejar outra pessoa.
Hoje eu fui no Paintboll com uns amigos. Foi muito legal, tô dolorida demais. E lá eu vi uma coisa que me lembrou muito dele. E antes de eu ir para o Paintboll, eu dei uma parada lá na escola, na saída, e tinham uns amigos meus lá. E meu amigo falou uma coisa que me lembrou ele.
É íncrivel também a capacidade das pessoas de se lembrar tão facilmente de uma outra.
Eu lembro que eu só senti isso com um namoro meu de nove meses. Nunca mais senti isso com ninguém, e pensei que nunca mais ia sentir.
Ai apareceu você. No dia dezenove de junho, apareceu você. Esbanjando carinho e graças numa conversa, em uma comunidade de amigas.
Começou assim, ai foi o msn. O msn é e sempre será o Pivo da nossa relação que, não, ainda não acabou.
Todas as coisas das quais você me chingou não me afetaram em nada, pois minha consciência está limpíssima. Não fiz nada. Apenas escrevi o que eu sentia aqui. Coisas de momento que passam pela nossa cabeça. Coisas que se eu escrevesse pra você, nós dois saberíamos qual seria sua reação.
É, mas eu ainda olho pra cada janelinha do msn que sobe, na esperança de ser você. Chega a ser triste fazer e falar isso (mas é). Só que meu coração, ao ler aquele seu scrap, disparou de um jeito que parecia que ia quebrar. Como se a gente soubesse quando é mesmo a ultima vez que a gente vai receber notícias de uma pessoa. Isso também chega a ser triste de se pensar. Só que, pra mim, triste é isso que eu estou sentindo agora. Se aquela foi mesmo a sua ultima notícia, vai vir algo bem maior do que tristeza...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Início.

Uma amiga minha me "incentivou" a escrever. Ela tem o mesmo problema que eu (bom, não podemos chamar de problema. É mais um carma...), portanto, vi que escrever melhora muito, faz desabafar.
Eu tenho uma família que, haha, é íncrivel! O dia-a-dia aqui em casa é de surpreender. Ha duas horas atrás minha mãe tava brigando comigo por causa do meu irmão. Agora ela tá me protegendo do meu pai. Certas coisas são inentendíveis.
Hoje é meu primeiro dia como "escritora", portanto, não esperem nada muito impressionante.
Acho que todos ai sabem como é se sentir dividido? Pois é, eu estava assim ha um tempo atrás. E nunca pensei que voltaria a me sentir assim. Pensava eu que "estava" com o cara que eu amo, e estava feliz. Mas hoje eu vi minha amiga falando com o namorado dela, e deu saudades do meu ex. Do que dava o amor e a atenção que eu precisava, e que eu troquei por um que, apesar dos pesares, até me dá amor e a atenção, mas nem a metade que o outro dava.
Ah, querem saber o por que do estava lá em cima estar entre aspas, né? Bom, como hoje é o primeiro post, eu deixo para falar mais aprofundamente disso amanhã.
Agora eu sinto que, se eu fizer o que eu quero, eu vou trair esse tal cara que eu amo. Porque apesar de eu amar ele, eu gosto ainda muito do meu ex. Certas coisas desafiam a razão pra alguém que, como eu, agem principalmente com ela. Sim, é raro achar pessoas assim; que agem com a razão ao invés da emoção. Mas eu sou assim, bastante decidida e que sempre encherga o lado racional das coisas
Mas, será que essa traição é real mesmo? Afinal, nós não estamos juntos de verdade. Assim, estamos mas não estamos. É difícil para vocês entenderem de primeira, vou deixar para amanhã.